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Segurança para seu (sua) filho (a) de 6 meses

Publicado por Dr. Carlos Motta em 14 de agosto de 2018

Você sabia que centenas de crianças com menos de um ano de idade morrem todos os anos no Brasil por causa de acidentes, e que a maioria deles poderia ser evitada?

Frequentemente os acidentes acontecem por que os pais não estão informados do que seus filhos podem fazer. As crianças aprendem rápido e, antes que você perceba, seu (sua) filho (a) pode estar subindo em um lugar alto ou alcançando sua xícara de café quente

Acidentes Automobilísticos

Os acidentes automobilísticos são uma grande ameaça à vida e à saúde do seu (sua) filho (a). A maioria das lesões e das mortes poderiam ser evitadas pelo uso de cadeiras de segurança. Além de estar muito mais seguro (a) em uma cadeira de segurança, ele (a) também irá se sentir mais confortável e se comportará melhor, o que te permitirá prestar mais atenção e dirigir melhor, prevenindo acidentes. Faça o seu primeiro passeio de carro de forma segura – leve uma cadeira de segurança quando ele (a) receber alta hospitalar.

Do Nascimento até completar 1 ano (ou 13Kg) o seu (sua) filho (a) deve usar cadeiras do tipo bebê conforto ou conversível (voltada para o vidro traseiro – de costas para o movimento – com inclinação sugerida de 45o).

Certifique-se de que a cadeira de segurança do seu (sua) filho (a) esteja instalada corretamente. Leia e siga as instruções tanto da cadeira quanto de seu automóvel. Use a cadeira de segurança sempre que ele (a) estiver no automóvel.

Adquira sempre produtos certificados conforme normas europeias, americanas ou brasileiras (selo do INMETRO). Na hora de adquirir uma cadeira de segurança dê preferência às lojas que ofereçam auxílio na instalação. Antes de comprar a cadeirinha, experimente instalá-la para ver se é apropriada para o cinto e assento do seu carro e peso da criança. Não reutilize cadeiras de segurança que já estiveram envolvidas em um acidente automobilístico.

Nunca transporte seu (sua) filho(a) no banco anterior do veículo, principalmente se este possuir um air bag para o passageiro.

Quedas

Logo após o nascimento, os bebês já balançam braços e pernas, assim como empurram objetos com seus pés. Até mesmo esses primeiros movimentos podem resultar em uma queda. À medida que o (a) bebê cresce e consegue rolar, ele (a) pode cair de locais altos, se não houver proteção. Não deixe seu (sua) bebê sozinho em camas, trocadores, sofás ou cadeiras. Deixe seu (sua) bebê em um local seguro, como um berço ou um cercadinho, se você não puder ficar com ele no colo.

Quando seu (sua) bebê começar a engatinhar, instale grades nas escadas e mantenha as portas fechadas para mantê-lo(a)fora de locais onde ele possa se machucar. Instale redes de proteção em todas as janelas.

Não use um andador. Seu (sua) bebê pode virar o andador ou rolar de uma escada. Os andadores permitem que os bebês alcancem objetos pesados e alimentos quentes, e eles podem puxa-los e se machucar.

Caso seu (sua) filho caia de algum local alto ou não esteja agindo normalmente após uma queda, ligue para o seu pediatra.

Queimaduras

Dos 3 aos 5 meses, os bebês vão balançar seus punhos e segurar todos os objetos. Nunca carregue o seu (sua) filho (a) e bebidas ou alimentos quentes ao mesmo tempo. Ele (a) pode se queimar. Você não consegue carregar ambos. Para evitar queimaduras pela água do chuveiro, a temperatura máxima que sai do chuveiro deve ser de 49oC. Na maioria dos casos você pode ajustar a temperatura do aquecedor.

Se o seu (sua) filho (a) se queimar, cubra a queimadura com gaze estéril ou com um pano limpo, sem apertar, e ligue para o seu pediatra.

Engasgos e asfixia

Os bebês exploram o ambiente pondo qualquer objeto em suas bocas. Nunca deixe objetos pequenos ao seu alcance, mesmo que por um breve momento. Nunca o (a) alimente com alimentos endurecidos, como pedaços de cenoura crua, maçã, salsichas, uvas, amendoim e maçã. Corte todos os alimentos em pedaços para evitar engasgos.

Esteja preparado caso seu (sua) bebê se engasgue. Peça que o seu pediatra te ensine o que fazer nessa situação. Aprenda a salvar a vida de um bebê engasgado.

Para prevenir a asfixia e a síndrome da morte súbita do lactente, seu (sua) bebê deve sempre dormir com as costas para baixo. Nunca o (a) ponha em um colchão d´água, almofadas, puffs ou qualquer superfície macia o suficiente para cobrir a face e bloquear a entrada de ar para o nariz e a boca.

Sacos e sacolas plásticas colocados sobre o nariz e a boca formam uma vedação impermeável e podem sufocar o seu (sua) filho (a). Mantenha-os longe de seu bebê.

As informações contidas nesse texto não devem substituir o atendimento nem o aconselhamento do seu pediatra. Podem haver variações que seu pediatra recomende com base em suas particularidades.

Traduzido e adaptado para o português a partir do original da American Academy of Pediatrics (AAP) por Dr. Carlos Motta, CRM 52.75.806-0.

Dr. Carlos Motta
Dr. Carlos Motta
Pediatria e Urologia

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Clínica Infanti

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Dia 18 de março é o Dia Mundial da Criança com Dia 18 de março é o Dia Mundial da Criança com Reumatismo.

Ao contrário do que muitos pensam, crianças e adolescentes também podem ter “reumatismo” e, não somente adultos e idosos. E os “reumatismos” ou doenças reumáticas não causam apenas inflamação das juntas (articulações). Algumas doenças reumáticas podem causar inflamação em várias outras partes do corpo (pele, rins, cérebro, coração, olhos, sangue) e sintomas como febre, perda de peso e fraqueza nos músculos.

Acredita-se que cerca de 25% das doenças reumáticas ocorram em pessoas com menos de 16 anos de idade. Dentre as mais comuns, destacam-se a febre reumática e a artrite idiopática juvenil. Mas outras doenças como o lúpus, a dermatomiosite, a esclerodermia, as vasculites, a fibromialgia juvenil, dentre várias outras, também podem ocorrer nos pequenos.

Quando devemos suspeitar que uma criança possa ter uma doença reumática? Sempre que houver:

- Dor, inchaço, vermelhidão, dificuldade de movimentar ou rigidez nas juntas, braços ou pernas, sobretudo se ocorrer logo pela manhã ou quando a criança está parada
- Quedas e tropeços frequentes
- Impossibilidade de realizar atividades rotineiras como correr, brincar, ou se vestir
- Febre prolongada ou recorrente
- Perda de peso e atraso no crescimento

Lembramos sempre que as crianças com suspeita de doença reumática devem ser encaminhadas ao *reumatologista pediátrico.* As crianças não são apenas pequenos adultos. As doenças da criança são diferentes das dos adultos, podem ter tratamentos, evolução e complicações diferentes.

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Fonte: SOPERJ
Teste de alergia – quais são os tipos e quando Teste de alergia – quais são os tipos e quando fazê-los?

Existem diversos tipos de alergia: de pele, medicamentosa, respiratória, alimentar entre outras. Mas quando é necessário fazer os testes em uma criança?

Na verdade, os testes de alergia são feitos na presença de sintomas, a partir do relato da família e direcionando o melhor tratamento individualizado para cada paciente. 
Alguns testes de alergia são:

- Teste de Puntura (“prick test”). É a aplicação sobre a pele de pequenas quantidades de alérgenos em um extrato líquido para que após uma delicada puntura local seja observada a reação da pele após 20 minutos.

- Teste de Contato. É a aplicação de pequenas quantidades do alérgeno, geralmente sobre a pele das costas, sendo o local coberto com uma fita adesiva. Depois de 48h é observado se ocorreu alguma reação.

- Teste de provocação, onde as substâncias suspeitas são administradas ao paciente para avaliar a presença de reação. Este teste tem indicação precisa e deve ser realizado em ambiente seguro sendo conduzido por profissional habilitado. 

- Exame de sangue. É normalmente utilizado sendo útil para documentar a presença de sensibilização ao agente suspeito e pode ajudar bastante desde que com a interpretação correta. 

Nenhum desses exames deve ser realizado sem orientação médica e nenhum teste deve ser feito em casa sem supervisão de um profissional capacitado evitando assim riscos para os pequenos. A ajuda de um alergologista é fundamental nessa hora.

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Vasculite – o que é? O termo vasculite descrev Vasculite – o que é?

O termo vasculite descreve uma grande quantidade de doenças que causam a inflamação da parede dos vasos sanguíneos, podendo afetar qualquer órgão. A vasculite pode causar deformidades nas artérias, por exemplo, podendo causar problemas nos órgãos e membros que elas irrigam.

Alguns dos sintomas são: febre, perda de peso, fadiga, vermelhidão e feridas na pele, dor e inflamação nas articulações, dor nos membros etc.

Existem diversos tipos de vasculite que podem afetar as crianças, sendo possível destacar dois dos mais comuns:

- Vasculite por IgA: é o tipo mais comum em crianças. Afeta as pequenas artérias e causa lesões puntiformes vermelhas predominantes nas pernas.

- Doença de Kawasaki: é o segundo tipo mais comum. Causa febre prolongada, podendo causar sequelas no coração se não tratada no tempo certo.

O tratamento depende do tipo de vasculite, variando entre o uso de anti-inflamatórios, corticosteroides e medicamentos imunossupressores nos casos mais graves. Caso seu filho apresente sintomas sugestivos de uma vasculite converse com o seu pediatra e marque uma consulta com um reumatologista pediátrico para ter um diagnóstico mais preciso e descobrir o tratamento adequado para o seu filho!

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Rinite – existe mais de um tipo? A rinite, que Rinite – existe mais de um tipo?

A rinite, que é a inflamação das mucosas do nariz, é um problema bastante com um na população geral, principalmente em crianças, pois o seu sistema imunológico ainda está em fase de amadurecimento. Na infância as causas mais comuns são a rinite infecciosa e a rinite alérgica.

A rinite infecciosa, tipo mais comum é causada geralmente por vírus que se instalam nas mucosas do nariz, causando a infecção. É conhecida também como infecção do trato respiratório superior ou resfriado comum.

A rinite alérgica é uma resposta do sistema imunológico à presença de partículas estranhas ao organismo. Tais substâncias entram no corpo pelo nariz e, por isso, é comum a presença de coriza, espirros (algumas vezes o paciente espirra mais 20 vezes seguidas), obstrução nasal e coceira no nariz. Esta coceira pode ser na garganta ou nos olhos.

Além disto a rinite alérgica, pode causar outros problemas, como otites (inflamação dos ouvidos), sinusites (inflamação de cavidades existentes na face) e roncos (pelo entupimento do nariz) que faz com que o paciente não durma bem a noite. O paciente só vai apresentar estes sintomas quando estiver em contato com as substâncias aos quais é alérgico. Estas substâncias recebem o nome de alérgenos. Quanto maior o contato, mais intensos tendem a ser os sintomas.

Alguns dos gatilhos mais comuns são: pólen, pelos de animais, poeira e ácaros.

O trataento varia com o tipo de rinite, sendo comum o uso de antialérgicos, corticóides tópicos em spray e a higiene nasal. O controle ambiental também é fundamental nos casos de rinite alérgica. Caso seu filho apresente sintomas de rinite de forma recorrente, a avaliação por um alergista vai ajudar a descobrir o tipo de rinite do seu filho e propor o tratamento adequado.

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Responsável técnica

Dra. Maria Fernanda Motta
CRM 52.75804-3

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